Banner Site Gráfico-01

Uma agência completa

Preencha nosso formulário clicando AQUI e vamos pensar juntos em uma comunicação mais eficiente para o seu negócio.

job convencao lg sementes

JOB: Convenção de Vendas LG Sementes

Nos últimos meses trabalhamos intensamente no planejamento e criação da comunicação para a Convenção de Vendas do nosso cliente LG Sementes.

Temos uma relação duradoura com a LG, trabalhamos juntos há 5 anos. E conhecemos bem este grande evento feito especialmente para os representantes comerciais.

Para este ano foi trabalhado o tema “Crescimento com Rentabilidade”. Seguindo essa ideia, a comunicação foi representada com gráficos, setas e claro, o campo. Foi feito o material completo: selo, book, apresentações de slide, camiseta, cartazes, etiquetas, sacolas, backdrop, tags, toten, vídeos, entre outros.

Confira abaixo alguns materiais que preparamos para esse evento.

Curtiu? Então preencha nosso formulário clicando AQUI e vamos pensar juntos em uma comunicação mais eficiente para o seu negócio também.

 

 

 

 

 

 


job anuncio sementes santa fe

JOB: Anúncio de revista Sementes Santa Fé

No último mês recebemos um novo cliente aqui na Lord Publicidade, que na verdade já é um velho conhecido nosso, a Sementes Santa Fé. Já trabalhamos em vários jobs e agora estamos juntos para uma comunicação completa e continuada.

Para começar, elaboramos um anúncio de revista cujo foco era mostrar toda a tecnologia envolvida nos processos da sementeira. A nossa equipe se reuniu e fez uma imersão no mercado do cliente para traçar a melhor estratégia e criar o mote da campanha. Durante esse processo, nós fomos até a fábrica do cliente para entender o processo e realizamos uma sessão fotográfica para ilustrar o anúncio.

E você? Como está a sua presença nas mídias? Preencha nosso formulário clicando AQUI  e apresentaremos as melhores soluções para a sua empresa.

 

 

publicidade-1

Por que contratar uma agência de publicidade?

Via: Caio costa – blogcitario.blog.br

Navegando pelo Twitter, encontrei este post que explica a importância de uma agência de publicidade para o sucesso da empresa. Além disso, estabelece as diferenças entre marketing, design, publicidade e propaganda. Ou seja, leitura obrigatória para quem acha que propaganda é algo supérfluo para os negócios.

posts

Anunciar através de serviços profissionais nunca será um gasto e sim, sempre será um investimento. Pense bem: sua campanha será vista por milhares ou até milhões de pessoas e as peças vão impactar todas elas de alguma forma. E é aqui que a qualidade faz a diferença. Enquanto o “micreiro” vai colocar o máximo de informações em um outdoor ou busdoor, a agência saberá como se comunicar com eficiência e conquistar o público-alvo em menos de dez segundos.

Juntando a vontade de economizar dos empresários e a facilidade em encontrar pessoas dispostas a criar anúncios sem conceitos facilitam a espalhar a ideia que muita gente tem de que propaganda é algo dispensável. Se a Nike, Adidas, Coca Cola e outras marcas gigantes pensassem assim, certamente elas estariam mortas nas mentes e corações do público nos dias de hoje.

Se você é empresário, é bom lembrar que:

O micreiro não sabe criar posicionamento para o produto que ele está anunciando;

O sobrinho-que-mexe-no-Corel-Draw não entende de diagramação e outros elementos essenciais para uma boa Direção de Arte;

O seu amigo que “quebra um galho” criando o folder da sua empresa não tem ideia de como criar um texto publicitário e não vai se importar com eventuais erros gramaticais;

A sua “eugência” vai veicular os seus anúncios nos meios que ele conhece, sem se importar com o seu público-alvo;

O bom e velho ditado “o barato sai caro” também deve ser seguido por aqui.

Por isso, é muito bom ouvir o cliente da minha agência comentar que mudou a imagem que tinha sobre publicidade ao ver as inscrições do colégio aumentar em relação ao ano passado e elogios dos pais, alunos e outras pessoas ao material criado por mim e pelos meus sócios. Antes, ele pensava que veicular propaganda era desperdício por não observar os efeitos dele no colégio. Logicamente, o responsável pelo material era alguém que “mexia no computador”.

Resumindo: publicidade de qualidade é o melhor fermento para qualquer empresa.

publicidade-propaganda

A propaganda é a alma do negócio

Por: Géssica Ramos – Lord Publicidade

Referências: Bloguicitário.com / marketingdesign.com 

O ditado é velho, mas a funcionalidade da frase não sai de moda, é e continuará sendo verídico o fato de que dificilmente uma empresa alcançará sucesso de vendas ou posicionamento de marca no mercado sem o uso de algum meio de comunicação, “quem não é visto, não é lembrado” já dizia René Descartes (Filósofo francês) na idade média.

“Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda”.  Henry Ford. Acho que um dos maiores nomes da indústria automobilística tinha razão né?

A importância do share of mind, ainda é uma das formas mais eficientes quando o assunto é vender, empresas que não investem em publicidade acabam caindo no esquecimento e perdendo espaço entre os consumidores.

Pode parecer cliché tocar nesse assunto, mas há quem ainda pense em propaganda como gasto, e não como investimento, algo a ser pensado depois que o seu negócio já estiver estabilizado, sendo que o correto é desenvolver um plano de comunicação antes mesmo de se lançar no mercado, neste caso, o auxílio de um profissional da área pode ser fundamental, diminuindo as chances de erro, atingindo o público certo no lugar certo.

Em uma matéria sobre a importância da publicidade o blogcitario.com cita um exemplo que ilustra muito bem essa relação entre a propaganda e o crescimento de uma empresa, por um bom tempo, a marca de palha de aço Bombril, ficou sumida da mídia por simplesmente achar que o seu produto já era líder de mercado e sinônimo de categoria, acontece que a Assolan, concorrente, aproveitou a ausência e investiu pesado! Quem não se lembra daquelas divertidas paródias de músicas famosas que conquistaram o público? Resultado: A Bombril foi obrigada a ressuscitar o seu eterno garoto propaganda.

Uma empresa deve estar sempre atenta as mudanças sociais, tecnológicas e culturais, o tempo passa e para que um negócio se mantenha firme, é preciso investir tanto na publicidade tradicional quanto na internet e redes sociais, se o seu o público está migrando para outras mídias é preciso acompanha-lo, se ele ficou mais exigente é preciso atender suas exigências, focando na qualidade dos anúncios, que devido a tantas mudanças deve ser cada vez mais criativo, diferenciado e até interativo.  E claro, sempre oferecendo serviços e produtos de acordo com o que foi prometido, além de estar preparado para atender as demandas. A publicidade só ajuda no crescimento de uma empresa, quando a mesma tem consciência de seu valor, sabendo o que oferece ao seu público e como ele se comporta.

 

 

 

 

 

 

cartão-01

JOB: Naming Elementarium

A Elementarium CONSCIÊNCIA EM SAÚDE, chegou até nós com uma proposta bem bacana: Cuidar da saúde física e emocional, proporcionando bem-estar físico, psíquico e espiritual. Pensando nesse conceito a LORD desenvolveu um naming e toda identidade visual que representassem bem os seus ideais. A criação envolveu diversos estudos e certificação junto aos órgãos de registro de marca.

Elementarium:

É a variação em Latim da palavra elementar, significa algo rudimentar, simples, que seja essencial e fundamental.

Mandala:

É um tipo de diagrama que simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. São personificações que se manifestam na psicoterapia.

Confira o resultado!

Edição

2579293512-artigo

O ensino da publicidade e o novo eixo da profissão

Por: Paulo  Sérgio Pires – adnews.com.br

É fato que a publicidade mudou seu eixo com o surgimento da internet, mas hoje uma grande dúvida é saber se as faculdades de comunicação estão oferecendo egressos de acordo com o interesse do mercado publicitário. Ao que parece, muitas instituições de ensino superior estão mais voltadas para a midialogia, ou seja, o estudo dos meios de comunicação e seus reflexos na sociedade e na cultura, sem, porém, se concentrar efetivamente na instrução ou profissionalização dos alunos para as atuais condições do mercado de trabalho da propaganda. Há também hoje outras influências nas escolas para o atual bacharelado do publicitário que abrangem inúmeros aspectos financeiros, de markup e de gestão escolar.

Segundo a pesquisa “Perfil das Agências” da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), 38% dos profissionais recém-formados de PP são mal preparados; 54% são razoáveis e apenas 8% são bem preparados (no Estado de São Paulo).  Os números tabulados são seguramente um alerta para uma necessária mudança de posicionamento das instituições de ensino superior de Publicidade e Propaganda. Tudo leva a crer, que a qualidade do profissional em boa parte está ligada ao caráter instrumental do curso de Publicidade que parece ter perdido força na graduação para o estudo teórico humanístico puro em vários estabelecimentos do 3° grau. Essa mudança de paradigma pode ter várias razões econômicas ou de conveniência, mesmo assim, é importante sublinhar que ainda há ótimas instituições de ensino superior, formando publicitários com grande potencial.

Com o passar do tempo, dentro de algumas faculdades de Comunicação, determinadas matérias perderam força e foram sendo substituídas gradativamente por outras com viés mais sociológico ou antropológico.  Além disso, parece existir certa conveniência administrativa em relação ao aspecto da docência, porque hoje é muito mais fácil encontrar no mercado professores titulados com mestrado e doutorado em Ciências Sociais do que aqueles profissionais de Tecnologia da Informação ou Computação com esse tipo de diploma, e que a nova Publicidade exige. Alem disso, boa parte dos professores oriundos de PP ainda está se aperfeiçoando ou se familiarizando com as novidades cibernéticas.

O pior no novo cenário acadêmico são as escolas que infelizmente se recusam a ministrar conhecimentos essenciais clássicos para um futuro publicitário, tais como marketing promocional, live marketing, packing e produção de eventos; comunicação política e marketing eleitoral; marketing direto, marketing de relacionamento e CRM. Em certas situações preferem diluir o conteúdo em várias disciplinas, quando o indicado seria concentrar numa exclusiva, pelas suas respectivas profundidade e amplitude.

Nesse momento, é válido pensar com mais rigor na inclusão imediata nos cursos de Publicidade e Propaganda de disciplinas indispensáveis para a profissão na nova realidade global. Mesmo a contragosto de diversos alunos que preferem aulas “softs” e mais “gostosas”, é necessário introduzir ou reforçar nas grades acadêmicas matérias ásperas, tais como matemática, finanças, métricas, marketing digital, tecnologia da informação, webdesign, comércio eletrônico, inteligência de negócios, neurociência do consumidor, economia da informação, e também inbound marketing, design thinking, growth hacking, criatividade cognitiva, inglês técnico instrumental, além de outras disciplinas “hards” e menos saborosas. Em certo sentido, os cursos livres e profissionalizantes costumam dar respostas muito mais imediatas e sob medida para as necessidades do mercado profissional e alguns Homens de marketing já entenderam isso.

 

 

 

 

orkut

ORKUT

Via: adnews.com.br

A equipe de um dos maiores blogues de publicidade do país, (ADNEWS) conversou com um ícone da internet, ninguém mais que Orkut Büyükkökten, nem precisa dizer mais nada né? Confira!

Imagine criar uma empresa com o seu nome e vê-la se expandir mundialmente. Agora pense que ela vai dar origem ao conceito de rede social, pelo menos em linha com aquilo que temos hoje na internet. Foi exatamente o que aconteceu com engenheiro turco que criou o Orkut, em janeiro de 2004.

Estima-se que mais de 300 milhões de usuários passaram pela plataforma para visualizar perfis de amigos, deixar depoimentos, “scraps” e debates em diversas comunidades. Deste bolo, mais de 40 milhões de brasileiros.

Em setembro de 2014, já com o projeto nas mãos do Google, Orkut viu de longe o fim da sua rede social. Dois meses antes, o engenheiro já havia deixado a gigante americana para abraçar o seu novo projeto, a rede social Hello, cujo aplicativo já conta com mais de 200 mil downloads, apenas no Brasil. Na visão de quem pavimentou essa estrada hoje denominada social media, Orkut conta em sua visão com uma mescla de crítica e otimismo sobre o novo cenário que se formou no segmento.

Confira abaixo um bate papo exclusivo:

Como você vê a evolução da rede social na última década?

Há duas grandes mudanças dramáticas que aconteceram na última década. Primeiro os avanços na tecnologia e a mudança no consumo de mídia digital. Vivemos em um mundo que está mais conectado que nunca. Todo mundo tem smartphones e tablets, e eles se tornaram o principal meio para pesquisar, se comunicar, comprar, ler notícias, assistir a vídeos e acessar mídias sociais. Há uma década, os consumidores estavam sendo expostos às redes sociais pela primeira vez. Agora, temos uma geração que está em várias redes sociais, sempre online e com um modo de agir multitarefa. A combinação da tecnologia e do comportamento do consumidor afetou tremendamente o cenário da rede social.

O que mudou no comportamento dos usuários neste período?

Muitas das nossas interações face-a-face transitaram para dispositivos móveis. Por outro lado, infelizmente, nossas vidas agora estão cheias de exposição e o que representamos online nem sempre é quem realmente somos. Conexões da vida real não vêm da quantidade de gostos que temos em comum ou o número de seguidores ou amigos que temos online. Passamos cada vez mais tempo na mídia social e menos tempo nos conectando uns com os outros. Infelizmente, esse comportamento nos tornou mais solitários, infelizes e mais desconectados do que nunca.

Você pode mencionar alguma tendência que observa no cenário das redes sociais?

A principal tendência é o uso de smartphones tablets em vez de computadores desktop para acessar a internet. Os avanços mais recentes em infraestrutura e tecnologia móvel possibilitaram mais comunicações de vídeo e streaming. A criação e o consumo de vídeos estão se tornando cada vez mais parte da nossa vida cotidiana.

Como você vê os brasileiros na rede social?

Os brasileiros são muito reais. Eles são acolhedores, simpáticos, expressivos e têm uma perspectiva muito positiva na vida. Eles adoram compartilhar suas experiências e fazer novos amigos. Vemos esse comportamento cultural transcender ao uso da rede social online também

Para aonde a rede social está indo? Qual é o futuro?

Com cada geração, as atitudes sociais e a psicologia mudam. Isso afeta os padrões de atividade e uso. Grande parte do compartilhamento autêntico e real mudou de redes sociais para ferramentas de comunicação one-to-one. A nova geração tem medo de deixar uma pegada digital de suas vidas diárias e começou a limitar as experiências que compartilham online, fazendo isso entre si e dentro das comunidades.

Você considera todas as redes sociais efêmeras?

Rede social é um cenário em constante evolução. É muito importante permanecer em contato com os avanços na tecnologia, sensibilidade da comunidade e padrões de uso. As redes sociais que não evoluem ao longo do tempo correm o risco de ficarem desatualizadas.

Fale um pouco sobre o Hello?

A vida é toda sobre paixões. As paixões nos ligam a nós mesmos e às pessoas ao nosso redor. O Hello é um lugar onde você pode compartilhar suas paixões, onde você pode se expressar e se conectar. No Hello, você pode fazer novos amigos e descobrir novas paixões. Juntos, estamos mudando a maneira como a tecnologia nos conecta. Estamos criando um ambiente particular e ao mesmo tempo uma cultura expressiva, acolhedora, autêntica, gentil e genuína. Assim como os velhos tempos do orkut.com, mas em uma nova era digital.

Existe espaço ou oportunidade para anúncios? Como funciona a plataforma neste aspecto?

Nosso objetivo é fornecer a melhor experiência ao usuário. Acreditamos que os anúncios devem melhorar a satisfação geral do público e não prejudicá-lo. O Hello é sobre paixões e há uma grande quantidade de consumidores apaixonados por marcas. Estamos começando a ver essas marcas fomentar engajamento no Hello com o nosso recurso de novas comunidades, quer um exemplo? O Netflix é uma das comunidades mais populares no Hello. Estamos investigando como podemos fazer dos anúncios de marcas uma experiência melhor para nossos usuários.

 

 

1099639062-marketing-digital

Os 4 erros mais comuns ao fazer Marketing Digital, e como fazer certo!

Por: Welington Sousa / Adnews.com.br

O marketing digital e suas ferramentas têm como objetivo impulsionar marcas no meio online, gerando vendas, engajamento e até mesmo ampliando o número de visitas em um site. No entanto, parte do investimento nesta área pode ser desperdiçada devido à falta de conhecimento na hora de utilizar cada recurso existente no mercado.  Não se trata de um bicho de sete cabeças, mas o aprofundamento é essencial para ter êxito nas ações realizadas. Em cima disso, veja abaixo os quatro erros mais cometidos e as dicas para não cometê-los:

Erro 1: Comprar base de e-mails

Muitas marcas ainda buscam listas prontas de e-mail para fazer divulgações. Mas no momento digital em que vivemos essa opção vai na contramão de uma comunicação cada vez mais personalizada e assertiva, além de invadir a privacidade dos usuários que não permitiram receber tais comunicações. Isso tudo pode ficar ainda pior quando o remetente é denunciado como spam, gerando má reputação e queimando o IP utilizado. Para finalizar, o consumidor clica no opt-out e vai embora para sempre.

Como acertar?

A melhor forma de adquirir uma boa base de e-mail é construir estratégias para capturar o lead da forma correta, por meio de ofertas, e-books, conteúdos exclusivos e/ou pedindo o login via e-mail ou Facebook, por exemplo. Essa é a forma mais apropriada para garantir que o cliente deseja mesmo ser impactado pela marca, gerando assim o engajamento almejado, além de manter uma boa reputação.

Erro 2: Comunicações blast

Infelizmente, a maioria das marcas ainda se comunica com todos os clientes da mesma forma. Em algumas oportunidades até vale enviar a mesma comunicação para toda a base de e-mails, mas somente se for algo extensivo e relevante a todos. Entretanto, não faz sentido enviar uma promoção de biquínis para um homem, por exemplo. A palavra de ordem deve ser personalização.

Como acertar?

É muito importante tratar os clientes de forma segmentada, cada qual com as suas preferências destacadas. Indico sempre personalizar os documentos HTML, campanhas para as redes sociais, mensagens de SMS e etc.

Erro 3: Não fazer testes

Diversas marcas acreditam que conhecem tão bem seus públicos-alvo que acabam colocando no ar campanhas sem testarem ao menos uma vez. E o que acontece na maioria das vezes? O insucesso, já que cada público possui características peculiares e somente por meio de testes é possível ter mais certeza sobre qual abordagem funciona melhor.

Como acertar?

Para identificar as motivações de compra, cores ou promoções mais atrativas, realize testes A/B, que são os mais conhecidos e eficientes do mercado. Selecione uma parte do público, divida-o e aborde utilizando diferentes variáveis. O teste que apresentar melhor performance se confirma como a opção mais assertiva.

Erro 4: Não analisar os indicadores

É notável que alguns e-commerces ainda não aproveitam suas bases de dados para recomendar os produtos baseados nas preferências dos clientes. Um deslize comum é a falta de monitoramento dos indicadores que avaliam performance nas estratégias aplicadas. Ter a ideia de uma campanha, fazer o layout e enviar não é o suficiente.

Como acertar?

É preciso medir diariamente as regras de relacionamento e acompanhar as métricas de cada canal. No e-mail, por exemplo, contamos com as taxas de abertura e números de cliques. Nas redes sociais, com as impressões – que são as métricas oferecidas por esses canais para identificar quantas vezes uma mensagem foi impressa, já que o mesmo usuário pode fazer isso mais de uma vez –, além de engajamento, conversões e etc. O importante é ter sempre os números atualizados nas mãos para planejar novas ações.

Quer acertar sempre? Fique de olho nas tendências!

Por meio das novas tecnologias de recomendação, como por exemplo, abandono de carrinho e navegação, é possível acompanhar todo o comportamento e trajetória do usuário no site.  Também conseguimos identificar os interesses, preferências e hábitos para oferecer os produtos certos na hora certa, aproveitando o que de melhor cada canal (e-mail, social, push, SMS, etc) oferece.

Tags: marketing digitalartigotendências

 

 

compras

15 de março – Dia mundial do consumidor

CONAR

No dia mundial do consumidor, é justo destacar a importância do CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) órgão a serviço do consumidor, que tem como dever evitar a veiculação de campanhas de conteúdo enganoso, ofensivo ou abusivo, mantendo a ética dentro da publicidade.

No final dos anos 70, em meio a ditadura militar, uma ameaça do governo visava censurar todas as propagandas que iam ao ar, onde somente depois de um carimbo escrito “de acordo” dado pelos agentes federais, é que as publicações poderiam rodar. Não tendo a população nenhum tipo de acesso, ou direito de opinar.

Diante desse cenário, os redatores Mauro Sales e Caio Domingues instituíram no III Congresso Brasileiro de Propaganda uma proposta de auto-regulamentação para estes anúncios, lutando contra a censura e pelos direitos criativos. O CONAR foi criado em 1980, dois anos após a luta dos publicitários no congresso de propaganda, a diferença, é que o órgão não avalia uma propaganda antes de ir ao ar, ele só age a partir do momento em que alguém tem alguma queixa sobre algum anúncio.

É uma ONG encarregada de fazer valer o Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária, seu objetivo é promover conciliações entre associados em conflito. Não é, nem de longe, uma entidade conservadora, nem poderia, pois publicidade e conservadorismo decididamente não combinam. Repudia qualquer tipo e não exerce em nenhuma hipótese censura prévia sobre peças de propaganda.

Os preceitos básicos que definem a ética publicitária são:

  • Todo anúncio deve ser honesto e verdadeiro e respeitar as leis do país.
  • Deve ser preparado com senso de responsabilidade social, evitando acentuar diferenciações sociais.
  • Deve ter presente a responsabilidade da cadeia de produção junto ao consumidor.
  • Deve respeitar o princípio da leal concorrência e deve respeitar a atividade publicitária e não desmerecer a confiança do público nos serviços que a publicidade presta.

Vale lembrar, que não só para nós publicitários, mas para todos os consumidores, essa é uma das grandes conquistas na história da luta em relação a liberdade de expressão.

Fonte: www.conar.org.br