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15 de março – Dia mundial do consumidor

CONAR

No dia mundial do consumidor, é justo destacar a importância do CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) órgão a serviço do consumidor, que tem como dever evitar a veiculação de campanhas de conteúdo enganoso, ofensivo ou abusivo, mantendo a ética dentro da publicidade.

No final dos anos 70, em meio a ditadura militar, uma ameaça do governo visava censurar todas as propagandas que iam ao ar, onde somente depois de um carimbo escrito “de acordo” dado pelos agentes federais, é que as publicações poderiam rodar. Não tendo a população nenhum tipo de acesso, ou direito de opinar.

Diante desse cenário, os redatores Mauro Sales e Caio Domingues instituíram no III Congresso Brasileiro de Propaganda uma proposta de auto-regulamentação para estes anúncios, lutando contra a censura e pelos direitos criativos. O CONAR foi criado em 1980, dois anos após a luta dos publicitários no congresso de propaganda, a diferença, é que o órgão não avalia uma propaganda antes de ir ao ar, ele só age a partir do momento em que alguém tem alguma queixa sobre algum anúncio.

É uma ONG encarregada de fazer valer o Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária, seu objetivo é promover conciliações entre associados em conflito. Não é, nem de longe, uma entidade conservadora, nem poderia, pois publicidade e conservadorismo decididamente não combinam. Repudia qualquer tipo e não exerce em nenhuma hipótese censura prévia sobre peças de propaganda.

Os preceitos básicos que definem a ética publicitária são:

  • Todo anúncio deve ser honesto e verdadeiro e respeitar as leis do país.
  • Deve ser preparado com senso de responsabilidade social, evitando acentuar diferenciações sociais.
  • Deve ter presente a responsabilidade da cadeia de produção junto ao consumidor.
  • Deve respeitar o princípio da leal concorrência e deve respeitar a atividade publicitária e não desmerecer a confiança do público nos serviços que a publicidade presta.

Vale lembrar, que não só para nós publicitários, mas para todos os consumidores, essa é uma das grandes conquistas na história da luta em relação a liberdade de expressão.

Fonte: www.conar.org.br

Vídeos online serão mais populares que redes sociais em menos de 5 anos

Há uns dois ou três anos a sua timeline do Facebook não era repleta de informações como é hoje, não é mesmo? A quantidade de fotos, vídeos e posts em forma de texto eram muito menores.

Hoje o Facebook encabeça o ranking de acesso no Brasil, representando 28% do trafego móvel. Porém, isso vai mudar. A tendência que vem sendo percebida nos últimos tempos é que o Facebook será substituído por sites e aplicativos de fotos e vídeos. A explicação está em conexões mais rápidas, o aumento de dispositivos com telas maiores disponíveis no mercado e o papel da mídia como provedora do conteúdo online.

Um aplicativo de vídeos que vem em uma impressionante crescente é o Snapchat. Hoje, 60% das pessoas de 13 a 34 anos que possuem smartphones já usam o Snapchat para trocar mensagens e ele desponta como o aplicativo com maior volume de imagens compartilhadas, deixando para trás o Facebook, Instagram e Whatsapp. As ações publicitárias por enquanto são mais comuns em outros países, como o caso da KFC Austrália que utilizou o Snapchat para divulgar o mais novo taco da rede, e o resultado foi o número de 3 mil visualizações em apenas 3 horas, ou como a Heineken que utilizou o aplicativo para dar pistas de um show em um evento trazendo assim, um conteúdo exclusivo e popular entre os jovens.

Segundo estudos, em 2020 a transmissão de vídeos irá corresponder a 55% de todo o tráfego de dados de redes móveis, com crescimento anual de 45% durante o período.

Conte com a Lord Publicidade na hora de criar estratégias para uma presença mais efetiva na internet.

O Futuro do Branding: 5 estratégias para o ambiente digital

A Internet é uma mídia muito democrática, e com tantas facilidades que ela nos proporciona no dia a dia, conseguir destaque nesse mercado não é tarefa fácil.

A marca, assim como no mercado “offline”, precisa ser forte e gerar empatia no consumidor. E, nesse contexto, entra a web participativa, que é a interação das pessoas com as marcas através das redes sociais, blogs e sites. O ponto principal dessa participação está no fato de que os consumidores querem uma resposta rápida para os seus problemas, ou ainda, comentam suas experiências ruins com grande número de pessoas. É por isso que os gestores de marketing e branding devem planejar bem as suas estratégias para acompanhar esse ritmo.

A marca na internet tem como principal característica criar experiência positiva e valorizar o usuário. Dessa forma, as empresas só sobrevivem na internet quando conseguem falar com seus consumidores de forma interativa. Mas para isso, é necessário criar uma estratégia de branding digital, ou de marketing digital cujo objetivo seja se relacionar com o consumidor.

Dentre as estratégias que podem ser utilizadas no ambiente digital, destacam-se:

1. Marketing de conteúdo nas redes sociais

Conteúdo relevante é o ponto principal para atingir um nível mais profundo no relacionamento com o cliente. Através de um conteúdo de qualidade você consegue compartilhar informações, contar sua história, benefícios e vantagens do seu produto, de uma forma mais atraente.

2. Site com essência da marca

O site deve oferecer um motivo relevante para que seja visitado pelo usuário. É um ambiente que precisa ter informações completas de seu produto ou serviço, e você também pode aproveitar para criar um blog com informações relevantes para troca de ideias com o público. Aproveite para colocar plugins sociais do facebook, twitter e google plus.

3. Marketing Viral

Uma estratégia que vem sendo muito utilizada no ambiente digital é o marketing viral. O intuito é criar um material multimídia que transmita algum tipo de sentimento aos usuários, para que seja rapidamente espalhado pela rede. O objetivo é promover seus benefícios e vantagens de uma maneira criativa e não interruptiva.

4. E-mail Marketing

Apesar de ser uma estratégia antiga, é uma ótima opção para uma comunicação segmentada e padronizada da sua marca, além de um custo muito menor.

5. Experiência de marca

Existem pessoas que consomem marcas e existem pessoas que querem viver a experiência da marca. Ações de lançamento de um produto são excelentes oportunidades para criar, no meio digital, uma experiência diferente, única, para o consumidor, fazendo com que o público grave ainda mais em sua cabeça determinada marca, exatamente pelo que ele viveu com ela em algum momento.

Diante de tudo isso, é importante ter consciência que as estratégias de marketing e branding digitais devem ser conciliadas com as tradicionais, pois uma comunicação integrada é muito mais benéfica à construção da imagem de uma marca.

Ações de publicidade com drones

Você sabe o que são drones? Então, prepare-se! Você vai ouvir falar muito disso por aí.

Os drones são veículos aéreos não tripulados, e a principal utilidade tem sido em serviços de imagens. Eles são muito utilizados na agricultura para monitorar lavouras, também são usados por empresas de segurança, construção civil, eventos, inspeções técnicas e no setor imobiliário.

Analisando esses usos, o mercado publicitário se interessou pelo equipamento e já pensou em diversas ações que podem ser realizadas para atrair a atenção do público e da mídia. É um serviço diferente, que com a união de um bom time de desenvolvedores que pensam fora da caixa e um bom planejamento estratégico, podem gerar peças publicitárias bem diferentes e de muito sucesso.

Além de um novo ângulo para filmagens, o mercado publicitário encontrou nos drones uma possibilidade de chamar atenção do seu público. Como foi o caso da Baby Dove, primeira linha de produtos para bebê da Unilever no Brasil. Eles realizaram uma ação no início desse ano, no Rio de Janeiro, onde o equipamento com um pano branco amarrado ao bico, parecendo uma cegonha, sobrevoou a Lagoa Rodrigo de Freitas e entregou para as mamães que passavam por lá, um sabonete líquido para bebê.

Em outros países, existem campanhas como: filmagens utilizando takes aéreos; filmagens de esportes em um ângulo completamente novo; aplicativos de interação com drones (uma ducha de água na praia, um drone garçom); drone com projetor; etc. Além de tudo isso, há vantagens também na exposição orgânica (SEO), visto que essas ações diferentes geram muitas menções em diversas mídias online.

Ficou interessado? O investimento em um drone pode começar em US$ 2,5 mil ( o equivalente a R$ 5,2 mil), alguns modelos chegam a custar muito mais. No Brasil, há cerca de dez fabricantes e a venda é permitida, mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) restringe o uso dos equipamentos. Além disso, é necessário obter autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

Afinal, o que é Design Thinking?

O Design Thinking é uma forma de abordagem muito utilizada por designers e que foi adaptada para as empresas. O foco é a experiência do consumidor durante a busca por soluções de seus problemas.

Literalmente, o termo significa “pensamento do design” ou “pensar como designer”. Mas o que isso quer dizer na prática? São ações criadas para trazer estética a produtos e serviços e também bem-estar na vida das pessoas.

A prática foi inserida no mundo dos negócios com o intuito de inovar na hora de entregar um produto ou serviço aos clientes. Tim Brown, CEO da Ideo, empresa norte-americana consultora em design popularizou o termo pois acredita que independente da área, todos deveriam pensar como designers para enxergar todos os aspectos, observando aspectos cognitivos, emocionais e estéticos.

Dessa forma, o design thinking é um estudo, onde deve ser levado em consideração todas as informações que podem trazer experiências marcantes para o ser humano. O processo comumente é realizado através de um brainstorm com uso de post-its para que todas as ideias possam ser colocadas no campo de visão. As etapas geralmente englobam: imersão, ideação, prototipação e desenvolvimento. Nesse sentido, inicialmente é fundamental entender o ambiente e entrar dentro dele para conhecer todos os seus aspectos. Posteriormente então, começará o processo de ideias, montagem de um plano, desenvolvimento e aplicação do projeto.

Ficou interessado? Indicamos a leitura do livro “Design Thinking – Uma Metodologia Poderosa para Decretar o Fim das Velhas Ideias” de Tim Brown para aprofundar no tema.

Publicidade nos games: Vale a pena?

Os meios de comunicação surgiram como entretenimento, entra nisso a televisão, o rádio, o computador e os jogos eletrônicos. E as empresas viram nesses meios uma forma de veicular o seu produto/serviço, fazer uma propaganda.

Com o passar do tempo, as pessoas se acostumaram a mudar de canal na TV ou estação de rádio quando começavam os comerciais. Foi aí que perceberam um grande potencial de inserção de mídia nos jogos. Os games são hoje um bom investimento, dependendo da estratégia de marketing elaborada, pois consegue atingir pessoas com os mais diversos interesses.

Existem duas formas de se fazer anúncios publicitários em games: advergames e in-game advertising.

Advergames: São jogos eletrônicos feitos especificamente para divulgar uma marca, produto ou serviço. São mais curtos, menos elaborados, geralmente feitos em Flash e publicados na internet.

Exemplo: O jogo brasileiro Honda City foi disponibilizado gratuitamente na App Store. Trata-se de um jogo de corrida onde as pessoas se divertem e ainda divulgam a marca através de mensagens que falam das vantagens de se ter o carro e ainda tem um menu que mostra a concessionária mais próxima. Outro exemplo é o jogo lançado pela Unilever para divulgar o desodorante Axe Dark Temptation, onde a missão era fugir das garotas que se apaixonaram depois que o jogador usou o desodorante.

In-game advertising: É o nome da publicidade inserida junto ao contexto do jogo. Nesse caso, os anúncios fazem parte do universo do jogo, não aparecem de uma maneira forçada, e sim como produtos utilizados dentro dos games.

Exemplo: O Guitar Hero é um jogo muito conhecido mundialmente e lá podemos observar que os instrumentos tocados mostram marcas que existem de verdade, assim como no Fifa 10 também existem marcas reais nas roupas dos jogadores.

Resumindo, esse tipo de publicidade torna a interação mais participativa e possibilita uma abordagem diferenciada para um público bem segmentado. Vale a pena estudar se a sua empresa poderia se encaixar bem nesse tipo de mídia.

Fonte: Tec Mundo 

Minha empresa precisa de um site?

Hoje em dia, com a importância do Facebook, estamos ouvindo muito por aí a frase: “Não quero mais ter um site, minha fanpage agora já é suficiente”. Será que é mesmo suficiente?

Nenhuma mídia substitui a outra, elas devem ser complementares. E isso faz parte da análise das estratégias de marketing digital, que deve compreender todos os espaços, assim como o público que pretende atingir e qual a melhor plataforma para colocar as informações que este público procura.

As mídias sociais são o ambiente onde as pessoas conversam, interagem, se relacionam em torno de algo em comum, é onde se constrói a intimidade. É através das interações que acontecem nelas que as pessoas vão parar no site de um empresa, que por sua vez, é lá que as marcas mostram sua credibilidade e sua estrutura.

Sendo assim, o site faz parte de uma estratégia maior que engloba diversos pontos de contatos com o público e nenhum desses pontos deve ser descartado.

Confira abaixo 5 motivos para você entender melhor a importância de ter um site:

  1. Posicione-se para os residentes da sua área: Os algoritmos do Google “leem” os nomes dos lugares no conteúdo de um site para mostrá-lo aos residentes próximos a você. Isso significa que a sua pequena empresa pode ter a mesma presença que as grandes, desde que o seu site possua SEO, links relevantes e um conteúdo de qualidade. Assim, o seu rankeamento será muito melhor.
  2. Construa uma comunidade: A utilização de fóruns e blogs dentro de um site são excelentes alternativas para criar uma conexão com os seus visitantes. Além disso, espaços para pesquisas de opinião e comentários são muito úteis para descobrir melhor as particularidades das necessidades do seu público.
  3. Crie conteúdo de qualidade: Artigos, vídeos e todo tipo de conteúdo relevante mostra ao seu público que você possui grande conhecimento em sua área de atuação, e isso, consequentemente, irá fazer com que te procurem por saberem que a empresa é perita no assunto em questão.
  4. Tenha o seu negócio aberto 24 horas por dia: Diferente do típico horário comercial de 8h às 18h, na internet o seu site está acessível a qualquer hora em todos os dias do ano, mostrando informações do seu produto/serviço e sobre sua empresa.
  5. Atualize seu portfólio a qualquer momento: Na internet você pode alterar o seu portfólio rapidamente e sem os gastos de um material impresso permitindo que os seus serviços estejam sempre atualizados, o que atrai mais clientes.

A lista é enorme e ainda vamos falar muito disso por aqui. Aproveite o assunto e dê uma conferida em nosso site, que está a nossa cara.

Publicidade e Storytelling

Storytelling é uma palavra em inglês que está ligada a “contar histórias relevantes”.

As pessoas gostam de histórias, por isso, os filmes e a indústria de cinema fazem tanto sucesso. Aproveitando esta onda, as agências de publicidade estão usando a técnica de storytelling para contar histórias únicas e reais das marcas, produtos ou serviços, aproximando-se do target e garantindo maior retenção.

Hoje o consumidor recebe uma enxurrada de informações através de diversos meios como: Email marketing, marketing digital, outdoor, comercial tv, rádio, carro de som, painel, panfletagem entre outros, e isto de certa forma está causando uma rejeição. E é ai que está o pulo do gato do Storytelling, pois contar uma história legal e verdadeira é uma maneira eficaz de chamar a atenção.

Pelo visto, Forrest Gump seria um ótimo publicitário!